sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Ao Sr coração. 2014 por favor

Sr Coração a um tempo atrás lhe enviei uma carta de advertência. O Sr andava preguiçoso ate meio sonolento pelo que me lembro. A carta não surtiu efeito imediato se me lembro bem. Porem com o passar dos meses o Sr se conformou com  a situação. O senhor não fez as melhores escolhas para aprimorar seu serviço  porem se esforçou . Senti por um tempo o Sr compassado como havia pedido. Porem com pequenas arritmias. Agora o senhor pirou de vez Usando sentimentos passados. Será que só funciona perfeitamente com medicamentos???!!! Eu nunca havia refletido sobre isso. Porem o faço agora. O tal aperto no coração voltou com forca  total. Ate meio exagerado as vezes eu acho. Me colocando em cada situação. Somente de  algumas caro empregado consegui escapar. O ano passou e nada de o Sr melhorar. Então eu desisti. Desisti de te ensinar a trabalhar e resolvi seguir seu ritmo. Passamos o ano nos adaptando aos seus sentimentos, as suas manias, as suas dores, as suas alegrias. E foi um ótimo ano. Com altos e baixos, conseguimos nos relacionar bem. Enfim nos aceitamos. Você com sua mania de amar demais aquele cara. De perdoar os erros dele. E ele , aquele cara sabe como nos fazer sorrir, de coisas bobas e banais. Ele sabe fazer o Sr bater mais rápido, ele sabe fazer o  senhor bombear com toda a adrenalina possível em suas veias. Então  temos um acordo... o senhor continua trabalhando assim em forma, mesmo que com algumas arritmias... eu prometo continuar amando aquele cara... que no fundo faz ambos eu e o senhor muito felizes....

Bem vindo 2014......

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Casa nova


Ha tempos queria eu poder escrever coisas mais concisas, mas certas, mas realistas. A verdade e que vivo incerta, não certa. As coisas andam intensas.  Não sei se vou, se fico se fico ou se vou. Abrir mão do seguro para o inseguro. Escuto que não sei das decisões tomadas. Que podem não serem as certas escuto que estamos juntos, que seu olho brilha como o meu. Escuto que tudo tem seu tempo, escuto meu coração, seu coração, aninhada a você nas noites frias. Ele fala ele grita porem não sei se meu nome. Conte-me tu, que nome ele grita. O que ele quer contar. Alem que ficamos bem juntos como café com leite. Queijo e goiabada. Que rimos, no divertimos nos engolimos. Que sou sua mão esquerda a direita. Você e minha alma, minha calma.  Tenha calma você diz. E eu espero como sempre esperei e irei esperar. Esperar por você, pela parte do seu coração que me cabe. Você diz que já tenho esta parte que e maior que imagino, mas não vejo, não acho, não consigo entrar. Ou já estou La?! Como mudar então a decoração desse coração. Para a nossa alegria, para alegria que temos juntos. Como ensinar a ele que não precisamos dos moveis antigos, empoeirados. Que esses moveis não nos faz bem, nos causa alergia. Como não acreditar no brilho dos seus olhos, visto bem quisto. No sorriso das boas novas, da nova estação. Como não acreditar no seu coração que me grita durante a noite quando o brilho dos olhos não aparece, pois descansa na imensidão do seu quarto. Nosso quarto. Seus olhos fechados para mim naquele momento deixam seu coração falar, gritar na noite segredos que só eu posso saber.  Segredos nossos. Teus, que deveriam ser meus.  Como não acordar sorrindo do seu lado, se o despertar e quente.  Espero, esperarei. Sempre como se o tempo não fosse passar e eu não fosse envelhecer. Esperarei que você arrume a casa da qual fala que tenho um pedaço maior que eu imagino. Esperarei você retirar os moveis velhos e gastos do tempo. Esperarei você me falar o que sente, apesar do seu coração já falar. Esperarei... Simples. Uma casa nova se pode arrumar a qualquer momento da vida...