sexta-feira, 13 de abril de 2012

Saudades, "Xodades", Saudadinha....

Foto de Cartier Bresson.
São várias as definições para esse sentimento, esse sentimento que aperta o peito, que nos sufoca, que nos judia. sentimos saudades de tudo, da infância que tivemos, dos amigos quando crianças. esse tempo que fica remoto na memória, nos trás uma nostalgia boa, que agrada, fomos felizes sim. pelo menos eu fui. Saudades da ruinha, da boca de garrafão, do pega-pega.Crescemos, não amadurecemos, pois sentimos saudades o tempo todo. Tem uns dias que ela dói, queremos voltar ao tempo onde não tínhamos preocupação, eramos felizes. Depois sentimos saudades de alguém especifico, e achamos que nunca vamos nos levantar, só que essa saudades que sentimos, mal sabíamos que sentiríamos várias vezes ainda, por pessoas diferentes. Saudades do Pai, da Mãe.  por mais que queremos não da para viver sem esse sentimento, que afoga, afaga, corrói, hidrata. sem ele não teríamos estórias, páginas de uma vida construída em cima de emoções. Hoje em dia sinto saudades de tudo, de todos. Tenho saudades do tempo da coragem, miragem!. Saudades belas, saudades da minha audácia. não vivo sem saudades. Ela me enche o peito, me acarinha. Me faz parar e olhar longe, horizonte, e perceber que sem saudade não exite vontade. A saudade nos move, nos faz querer sempre mais. Seres humanos são movidos a sentimentos, e a saudade é o mais belo deles, me desculpem quem descorde. O belo, que muta a vida, por ela fazemos loucuras, frescuras. Nos arriscamos, ousamos. Não queremos senti-la, mas como é boa, no peito. Uma brisa, linda, fresca, pura. Ingenuidade na pele. Como é bom sentar na varanda e sentir a saudade, fechar os olhos e nos pormos em tempos passados, nos pegar sorrindo do nada, parada. E perceber que por mais que tenhamos saudades, somos felizes!!!!!!

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